Acredite, o mundo é seu
Luiz Gonzaga Bezerra
Carregamos tantos sonhos
Tropeçamo-nos próprios erros
Queremos pintar a vida de encantos
Escondemos ainda mil defeitos.
Agora pense comigo
Temos o mundo a nossa frente
Somos carnes somos espíritos
Trabalhando contra o tempo.
Aqui construímos objetivos
Lutamos ferozmente para vencer
Vivemos desenhando nos rascunhos da vida
Os projetos ainda guardados no peito.
Amamos nossos pais irmãos com ternura
Corremos dias e noites na contra mão
Amores, sentimentos de vitórias pululam,
Escondidinhos bem no fundo do coração.
Acredite o mundo é seu é preciso sonhar
Você é importante nasceu para brilhar
Por isso saia da terra entre em seu barco
Amar é seu lema siga o som da sua alma.
Eu prefiro sonhar e perceber que foi um sonho do que viver e ter que fingir que sonhei.
sábado, 9 de abril de 2011
O último dia
"Aquele era seu último dia de vida, mas ele ainda não sabia disso."
Naquela manhã, sentiu vontade de dormir um pouco mais. Estava cansado, tinha deitado muito tarde e não havia dormido bem. Mas logo abandonou a idéia de ficar um pouco mais na cama, e levantou-se, pensando nas muitas coisas que precisava fazer na empresa.
Lavou o rosto e fez a barba correndo, automaticamente. Não prestou atenção no rosto cansado e nem nas olheiras escuras, resultado de noites mal dormidas.
Engoliu o café e saiu resmungando baixinho um "bom dia", sem muita convicção. Desprezou os lábios da esposa, que se ofereciam para um beijo de despedida. Não entendia porque ela se queixava tanto da ausência dele e vivia pedindo mais tempo para ficarem juntos.
Ele estava conseguindo manter o elevado padrão de vida da família, não estava? Isso não bastava?
Entrou no carro e saiu. Pegou o telefone celular e ligou para sua filha. Sorriu quando soube que o netinho havia dado os primeiros passos. Ficou sério quando a filha lembrou-o de que há tempos ele não aparecia para ver o neto e o convidou para almoçar.
Ele relutou bastante: sabia que iria gostar muito de estar com o neto. Mas não podia, naquele dia, sair da empresa. Quem sabe no próximo final de semana?
Chegou à empresa e mal cumprimentou as pessoas. A agenda estava lotada, e era muito importante começar logo a atender seus compromissos, pois tinha plena convicção de que pessoas de valor não desperdiçam seu tempo com conversa fiada.
Na hora do almoço, pediu à secretária para trazer um sanduíche e um refrigerante diet. O colesterol estava alto, precisava fazer um check-up, mas isso ficaria para o mês seguinte.
Começou a comer enquanto lia alguns papéis que usaria na reunião da tarde. Nem observou que tipo de lanche estava mastigando.
Enquanto relacionava os telefonemas que deveria dar, sentiu um pouco de tontura, a vista embaçou. Lembrou-se do médico advertindo-o, alguns dias antes, quando tivera os mesmos sintomas, de que estava na hora de fazer um check-up.
Mas ele logo concluiu que era um mal estar passageiro, que seria resolvido com um café forte, sem açúcar.
Terminado o "almoço", escovou os dentes e voltou ao trabalho. "a vida continua", pensou. Mais papéis para ler, mais decisões a tomar, mais compromissos a cumprir.
Saiu para uma reunião já meio atrasado. Não esperou o elevador. Desceu as escadas pulando os degraus de dois em dois. Entrou no carro, deu a partida e, quando ia engatar a marcha, sentiu de novo o mal estar e agora com uma dor forte no peito.
O ar começou a faltar... A dor foi aumentando... O carro desapareceu... Os outros carros também... Os pilares, as paredes, a porta, a claridade da rua, as luzes do teto, tudo foi sumindo diante de seus olhos, ao mesmo tempo que surgiam cenas de um filme que ele conhecia bem.
A esposa, o netinho, a filha e, uma após outra, todas as pessoas de que mais gostava.
Por que mesmo não tinha ido almoçar com a filha e o neto? O que a esposa tinha dito à porta de casa quando ele estava saindo, hoje de manhã?
A dor no peito persistia, mas agora outra dor começava a perturbá-lo: a do arrependimento.
Ele não conseguia distinguir qual era a mais forte: a dor da coronária entupida ou a de sua alma rasgando.
Escutou o barulho de alguma coisa quebrando dentro de seu coração, e de seus olhos escorreram lágrimas silenciosas...
Queria viver, queria ter mais uma chance, queria voltar para casa e beijar a esposa, abraçar a filha, brincar com o neto...
Queria... Queria... Mas não havia mais tempo...
..............................
Quantas pessoas estão vivendo hoje seu último dia de existência na Terra e não sabem disso!
Quantas saem do corpo físico diariamente e deixam muitas coisas por fazer!
Certamente os compromissos profissionais, a limpeza da casa, as compras, os pagamentos, outras pessoas farão.
Mas as questões afetivas, as coisas do coração, somente cada um pode deixar em dia. Aquela visita a um amigo, o abraço de ternura num familiar querido, um beijo carinhoso na esposa ou esposo, uma palavra atenciosa a alguém que precisa, um tempo a mais para dedicar aos amores...
Naquela manhã, sentiu vontade de dormir um pouco mais. Estava cansado, tinha deitado muito tarde e não havia dormido bem. Mas logo abandonou a idéia de ficar um pouco mais na cama, e levantou-se, pensando nas muitas coisas que precisava fazer na empresa.
Lavou o rosto e fez a barba correndo, automaticamente. Não prestou atenção no rosto cansado e nem nas olheiras escuras, resultado de noites mal dormidas.
Engoliu o café e saiu resmungando baixinho um "bom dia", sem muita convicção. Desprezou os lábios da esposa, que se ofereciam para um beijo de despedida. Não entendia porque ela se queixava tanto da ausência dele e vivia pedindo mais tempo para ficarem juntos.
Ele estava conseguindo manter o elevado padrão de vida da família, não estava? Isso não bastava?
Entrou no carro e saiu. Pegou o telefone celular e ligou para sua filha. Sorriu quando soube que o netinho havia dado os primeiros passos. Ficou sério quando a filha lembrou-o de que há tempos ele não aparecia para ver o neto e o convidou para almoçar.
Ele relutou bastante: sabia que iria gostar muito de estar com o neto. Mas não podia, naquele dia, sair da empresa. Quem sabe no próximo final de semana?
Chegou à empresa e mal cumprimentou as pessoas. A agenda estava lotada, e era muito importante começar logo a atender seus compromissos, pois tinha plena convicção de que pessoas de valor não desperdiçam seu tempo com conversa fiada.
Na hora do almoço, pediu à secretária para trazer um sanduíche e um refrigerante diet. O colesterol estava alto, precisava fazer um check-up, mas isso ficaria para o mês seguinte.
Começou a comer enquanto lia alguns papéis que usaria na reunião da tarde. Nem observou que tipo de lanche estava mastigando.
Enquanto relacionava os telefonemas que deveria dar, sentiu um pouco de tontura, a vista embaçou. Lembrou-se do médico advertindo-o, alguns dias antes, quando tivera os mesmos sintomas, de que estava na hora de fazer um check-up.
Mas ele logo concluiu que era um mal estar passageiro, que seria resolvido com um café forte, sem açúcar.
Terminado o "almoço", escovou os dentes e voltou ao trabalho. "a vida continua", pensou. Mais papéis para ler, mais decisões a tomar, mais compromissos a cumprir.
Saiu para uma reunião já meio atrasado. Não esperou o elevador. Desceu as escadas pulando os degraus de dois em dois. Entrou no carro, deu a partida e, quando ia engatar a marcha, sentiu de novo o mal estar e agora com uma dor forte no peito.
O ar começou a faltar... A dor foi aumentando... O carro desapareceu... Os outros carros também... Os pilares, as paredes, a porta, a claridade da rua, as luzes do teto, tudo foi sumindo diante de seus olhos, ao mesmo tempo que surgiam cenas de um filme que ele conhecia bem.
A esposa, o netinho, a filha e, uma após outra, todas as pessoas de que mais gostava.
Por que mesmo não tinha ido almoçar com a filha e o neto? O que a esposa tinha dito à porta de casa quando ele estava saindo, hoje de manhã?
A dor no peito persistia, mas agora outra dor começava a perturbá-lo: a do arrependimento.
Ele não conseguia distinguir qual era a mais forte: a dor da coronária entupida ou a de sua alma rasgando.
Escutou o barulho de alguma coisa quebrando dentro de seu coração, e de seus olhos escorreram lágrimas silenciosas...
Queria viver, queria ter mais uma chance, queria voltar para casa e beijar a esposa, abraçar a filha, brincar com o neto...
Queria... Queria... Mas não havia mais tempo...
..............................
Quantas pessoas estão vivendo hoje seu último dia de existência na Terra e não sabem disso!
Quantas saem do corpo físico diariamente e deixam muitas coisas por fazer!
Certamente os compromissos profissionais, a limpeza da casa, as compras, os pagamentos, outras pessoas farão.
Mas as questões afetivas, as coisas do coração, somente cada um pode deixar em dia. Aquela visita a um amigo, o abraço de ternura num familiar querido, um beijo carinhoso na esposa ou esposo, uma palavra atenciosa a alguém que precisa, um tempo a mais para dedicar aos amores...
Fiz silêncio e chorei
Pe. Roque Schneider
Chorei por todos aqueles que nunca escutaram
a voz do silêncio benfeitor.
Chorei por todos aqueles que transitam tão próximos
da felicidade, sem se dar conta.
Chorei por todos aqueles que ainda dormem
e não acordaram para a Luz,
para a Ressurreição.
Chorei tentando lavar meu egoísmo do mundo.
Chorei pelas noites que tentei chorar
e não consegui.
Chorei por todos aqueles que choram de saudade
de um amor que não existe,
de um amor que perderam,
de um amor que desejariam,
de um amor que nunca tiveram.
Mas, chorei de alegria também.
Por todas as alegrias que a vida me deu.
Por todos os corações amigos que
entraram na minha existência, em silêncio, devagar.
Águas silenciosas são as mais profundas, sempre.
Chorei, Agradecendo, Sorrindo, Sofrendo.
Porque amar não é entender tudo,
no arcano dos mistérios.
Amar é desvendar aos poucos.
Amar é descobrir com lentidão.
Sim, chorei, dentro da noite.
E as lágrimas tombavam silenciosas
pela parede da minha alma,
orvalhando todo meu ser.
O vento levou
Pedi ao vento que ele levasse para bem
longe toda a mágoa e ressentimento de
meu coração
Deixasse só as
sementes do amor, do perdão,
do entendimento e
ele me atendeu.
Agora vou pedir a ele que faça o
mesmo com a humanidade
longe toda a mágoa e ressentimento de
meu coração
Deixasse só as
sementes do amor, do perdão,
do entendimento e
ele me atendeu.
Agora vou pedir a ele que faça o
mesmo com a humanidade
Olhe para si
“Quando estiveres em dificuldades e pensar em desistir
OLHE PARA TRÁS
E lembre-se dos obstáculos que já superou.
Se tropeçar e cair, levante-se, não fique prostrado
OLHE PARA FRENTE
E esqueça o passado.
Ao sentir-se orgulhoso
Por alguma realização pessoal
OLHE PARA DENTRO
E sonde suas motivações,
antes que o egoísmo o domine.
Enquanto seu coração é sensível
OLHE PARA OS LADOS
E socorra aos que o cercam.
Na escalada rumo a altas posições
no afã de concretizar seus sonhos
OLHE PARA BAIXO
E observe se não está pisando em alguém.
Em todos os momentos da vida
Seja qual for a atividade
OLHE PARA CIMA
E busque a aprovação de Deus.
O velho pedreiro
Um velho pedreiro que construía casas estava pronto para se aposentar.
Ele informou o chefe, do seu desejo de se aposentar e passar
mais tempo com sua família. Ele ainda disse que sentiria falta
do salário, mas realmente queria se aposentar.
A empresa não seria muito afetada pela saída do pedreiro, mas o
chefe estava triste em ver um bom funcionário partindo e ele pediu
ao pedreiro para trabalhar em mais um projeto como um favor.
O pedreiro não gostou, mas acabou concordando. Foi fácil ver que ele
não estava entusiasmado com a idéia. Assim ele prosseguiu fazendo
um trabalho de segunda qualidade e usando materiais inadequados.
Foi uma maneira negativa dele terminar a carreira.
Quando o pedreiro acabou, o chefe veio fazer a inspeção da casa
construída. Depois deu a chave da casa ao pedreiro e disse:
"Esta é a sua casa. Ela é o meu presente para você".
O pedreiro ficou muito surpreendido. Que pena! Se ele soubesse
que estava construindo sua própria casa, teria feito tudo diferente....
O mesmo acontece conosco. Nós construímos nossa vida,
um dia de cada vez e muitas vezes fazendo menos que o
melhor possível na sua construção.
Depois, com surpresa, nós descobrimos que precisamos viver
na casa que nós construímos. Se pudéssemos fazer tudo de novo,
faríamos tudo diferente.
Mas não podemos voltar atrás.
Tu és o pedreiro. Todo dia martelas pregos, ajustas tábuas e
constróis paredes. Alguém já disse que:
"A vida é um projeto que você mesmo constrói".
Tuas atitudes e escolhas de hoje estão construindo a
"casa" em que vai morar amanhã.
Portanto a construa com sabedoria!
E lembre-se:
Trabalhe como se não precisasse do dinheiro.
Ame como se nunca tivessem lhe magoado antes.
Dance como se ninguém estivesse olhando.
Pedi para voltar no tempo!...
Paulo Nunes
Ah encontrei-me com um anjo...
Estava eu a caminhar tristonho e indagou-me ele:
- O que tens?
Disse-lhe: - Ai meu anjo se ao tempo pudesse voltar...
Então, o ser de encanto e luz, me colocou a seu colo e disse-me:
- O que farias se pudesse? E passei então a falar...
“Se, ao tempo pudesse voltar, colocaria cada flor que arranquei novamente na terra,
para que ela pudesse sorrir à muitos...
Daria ao irmão desconhecido tudo aquilo que não me faria falta em meus armários,
daria mais valor às coisas pequenas que passam frente aos nossos olhos,
às vezes desapercebidas por estarmos a correr sempre...
Cuidaria mais da saúde de meu corpo, por vezes esquecido pelo trabalho constante,
daria mais atenção a meu lar, viveria mais meu canto.
Entenderia mais, daria ao pássaro que me oferece o canto a saudação de meu amor;
Ao sol que me oferece a luz, a gratidão de minha alma.
Aproveitaria o encanto que a luz ofereceu-me para sob ela amar...
Cederia mais, procuraria ser mais aluno aplicado do que professor;
colocaria aos pés dos que amei mais de mim do que dei...
Ensinaria ao ignorante o caminho da luz antes, de simplesmente ignorá-lo...
Procuraria perdoar o traidor, pois, ao invés de minha ira eles necessitam de minha pena e perdão
por terem sido tão fracos.
Prestaria mais atenção às crianças, eternos e grandes professores por serem dotadas da pureza.
Acolheria mais meus velhos, tirando de cada um de seus contos
aprendizado a ser colocado em prática...
Entregar-me-ia mais à leitura, buscando entre os grandes mestres literários,
o conhecimento necessário para poder ensinar a todos que dos livros não puderam ter acesso...
Ah...Se pudesse anjo, voltar ao tempo...
A cada manhã, ao invés de falar só uma vez: -Te amo mamãe, papai...Diria muito mais vezes...
Ah, se pudesse ainda, corrigiria tudo que me fez perder meu amor e,
a este grande amor que conheci me entregaria ainda mais...
Ah se pudesse voltar!...
Por fim, não ficaria olhando os erros e chorando...
Partiria em busca de corrigi-los e, ao me entregar aos braços da senhora morte poder falar:
Fui feliz!...”
Abri os olhos, e o anjo disse-me: - Então voltes!...
E, cá estou...
Ah encontrei-me com um anjo...
Estava eu a caminhar tristonho e indagou-me ele:
- O que tens?
Disse-lhe: - Ai meu anjo se ao tempo pudesse voltar...
Então, o ser de encanto e luz, me colocou a seu colo e disse-me:
- O que farias se pudesse? E passei então a falar...
“Se, ao tempo pudesse voltar, colocaria cada flor que arranquei novamente na terra,
para que ela pudesse sorrir à muitos...
Daria ao irmão desconhecido tudo aquilo que não me faria falta em meus armários,
daria mais valor às coisas pequenas que passam frente aos nossos olhos,
às vezes desapercebidas por estarmos a correr sempre...
Cuidaria mais da saúde de meu corpo, por vezes esquecido pelo trabalho constante,
daria mais atenção a meu lar, viveria mais meu canto.
Entenderia mais, daria ao pássaro que me oferece o canto a saudação de meu amor;
Ao sol que me oferece a luz, a gratidão de minha alma.
Aproveitaria o encanto que a luz ofereceu-me para sob ela amar...
Cederia mais, procuraria ser mais aluno aplicado do que professor;
colocaria aos pés dos que amei mais de mim do que dei...
Ensinaria ao ignorante o caminho da luz antes, de simplesmente ignorá-lo...
Procuraria perdoar o traidor, pois, ao invés de minha ira eles necessitam de minha pena e perdão
por terem sido tão fracos.
Prestaria mais atenção às crianças, eternos e grandes professores por serem dotadas da pureza.
Acolheria mais meus velhos, tirando de cada um de seus contos
aprendizado a ser colocado em prática...
Entregar-me-ia mais à leitura, buscando entre os grandes mestres literários,
o conhecimento necessário para poder ensinar a todos que dos livros não puderam ter acesso...
Ah...Se pudesse anjo, voltar ao tempo...
A cada manhã, ao invés de falar só uma vez: -Te amo mamãe, papai...Diria muito mais vezes...
Ah, se pudesse ainda, corrigiria tudo que me fez perder meu amor e,
a este grande amor que conheci me entregaria ainda mais...
Ah se pudesse voltar!...
Por fim, não ficaria olhando os erros e chorando...
Partiria em busca de corrigi-los e, ao me entregar aos braços da senhora morte poder falar:
Fui feliz!...”
Abri os olhos, e o anjo disse-me: - Então voltes!...
E, cá estou...
Caminhamos por um sonho e nesta longa estrada encontramos obstáculos que temos que saltar e superar...onde uns caem e desanimam...outros continuam em busca do destino. Amargo encontro com a realidade nua...mas é a luta pela continuação da vida e prazer na ânsia de querer. Descobrir ao longo do tempo , certezas que moram na dúvida...dúvida de quem espera o domínio do amanhã. Imagem e sentimento do tempo que passou entre o sim e não...de sonhos, fantasias,e ideologias, mas sempre acreditando na doçura da vida.Vamos vivendo colhendo frutos do amor pelos benefícios que damos á humanidade...onde somos luzes , força e dom consolador. Vida que resta não se encontra nem uma fresta que nos faça corações...pois tudo passa e o presente transforma o entendimento os atos inconsequente...mas vida é sempre vida.
Meu mar
Meu mar
Luiz Gonzaga Bezerra
Meu mar de portas abertas
Eterno madrugador
Porque sempre me despertas
Soltando canções de amor...
Meu mar de portas abertas
Nas noites sozinhas navego
No meu barco sem velas
Leva-me de encontro ao céu.
Nas ondas mágicas meu espírito
Eterno madrugador
Planando nas águas vivas
Desenhando em cada onda uma flor.
Os sons das gaivotas voando retas
Na cantiga do amanhecer orvalhado
Porque sempre me despertas
Do meu silencio solitário e calmo.
Ó mar dos mares imensuráveis
Infinito recebe-me em teu colosso
Azulado mar do sul imaculado
Soltando canções de amor.
Luiz Gonzaga Bezerra
Meu mar de portas abertas
Eterno madrugador
Porque sempre me despertas
Soltando canções de amor...
Meu mar de portas abertas
Nas noites sozinhas navego
No meu barco sem velas
Leva-me de encontro ao céu.
Nas ondas mágicas meu espírito
Eterno madrugador
Planando nas águas vivas
Desenhando em cada onda uma flor.
Os sons das gaivotas voando retas
Na cantiga do amanhecer orvalhado
Porque sempre me despertas
Do meu silencio solitário e calmo.
Ó mar dos mares imensuráveis
Infinito recebe-me em teu colosso
Azulado mar do sul imaculado
Soltando canções de amor.
PAI E O FILHO NA MONTANHA
De repente, o menino cai, se machuca e grita: - Ai!!!
Para sua surpresa, escuta sua voz se repetindo em algum lugar da montanha: - Ai!!!
Curioso o menino pergunta: - Quem é você?
E recebe como resposta: - Quem é você?
Contrariado grita: - Seu covarde!
E escuta como resposta: - Seu covarde!
O menino olha para o pai e pergunta, aflito: - O que é isso?
O pai sorri e fala: - Meu filho, preste atenção,
Então o pai grita em direção à montanha: - Eu admiro você!
A voz responde: - Eu admiro você!
De novo, o homem grita: - Você é um campeão!
A voz responde: - Você é um campeão!
O menino fica espantado. Não entende.
E o seu pai explica:
- As pessoas chamam isso de ECO, mas, na verdade, isso é a VIDA.
A VIDA lhe dá de volta tudo o que você DIZ, tudo o que você
DESEJA DE BEM E MAL AOS OUTROS. A VIDA lhe devolverá
toda BLASFÊMIA, INVEJA, INCOMPREENSÃO, FALTA DE
HONESTIDADE que você desejou, praguejou às pessoas que lhe
cercam.
NOSSA VIDA é simplesmente o REFLEXO das nossas ações.
Se você quer mais AMOR, COMPREENSÃO, SUCESSO,
HARMONIA, FIDELIDADE crie mais AMOR, COMPREENSÃO,
HARMONIA, no seu coração.
Se agir assim, A VIDA lhe dará FELICIDADE, SUCESSO, AMOR
das pessoas que lhe cercam.
De repente, o menino cai, se machuca e grita: - Ai!!!
Para sua surpresa, escuta sua voz se repetindo em algum lugar da montanha: - Ai!!!
Curioso o menino pergunta: - Quem é você?
E recebe como resposta: - Quem é você?
Contrariado grita: - Seu covarde!
E escuta como resposta: - Seu covarde!
O menino olha para o pai e pergunta, aflito: - O que é isso?
O pai sorri e fala: - Meu filho, preste atenção,
Então o pai grita em direção à montanha: - Eu admiro você!
A voz responde: - Eu admiro você!
De novo, o homem grita: - Você é um campeão!
A voz responde: - Você é um campeão!
O menino fica espantado. Não entende.
E o seu pai explica:
- As pessoas chamam isso de ECO, mas, na verdade, isso é a VIDA.
A VIDA lhe dá de volta tudo o que você DIZ, tudo o que você
DESEJA DE BEM E MAL AOS OUTROS. A VIDA lhe devolverá
toda BLASFÊMIA, INVEJA, INCOMPREENSÃO, FALTA DE
HONESTIDADE que você desejou, praguejou às pessoas que lhe
cercam.
NOSSA VIDA é simplesmente o REFLEXO das nossas ações.
Se você quer mais AMOR, COMPREENSÃO, SUCESSO,
HARMONIA, FIDELIDADE crie mais AMOR, COMPREENSÃO,
HARMONIA, no seu coração.
Se agir assim, A VIDA lhe dará FELICIDADE, SUCESSO, AMOR
das pessoas que lhe cercam.
Já sorri quando queria chorar!!
Sabe aqueles momentos que recebemos uma notícia inesperada,algum acontecimento que nao estava nos planos,mas para nao demonstrarmos nossa reaçao,acabamos por rir para afogar o choro?
Quem ja passou por situaçao semelhante entre na comunidade e conte sua historia........
Sabe aqueles momentos que recebemos uma notícia inesperada,algum acontecimento que nao estava nos planos,mas para nao demonstrarmos nossa reaçao,acabamos por rir para afogar o choro?
Quem ja passou por situaçao semelhante entre na comunidade e conte sua historia........
sábado, 2 de abril de 2011
Acredite em si mesmo!
Não acredite em algo simplesmente porque ouviu. Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito. Não acredite em algo simplesmente porque esta escrito em seus livros religiosos. Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade. Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração. Mas depois de muita análise e observação, se você vê que algo concorda com a razão, e que conduz ao bem e beneficio de todos, aceite-o e viva-o.
fLAVIO ALVARENGA
fLAVIO ALVARENGA
A dor do pai ausente...
Pai é aquele que te do amor e carinho e não aquele que apenas te colocou ao mundo, palavras de um pai dói mais do que qualquer outra. Sonhei toda a minha vida pensando em ter o amor do meu pai, mas há quem diga que todas as noites são de sonho, mas há também quem garanta que nem todas, só as de verão. No fundo, isto não tem muita importância. O que interessa mesmo não é à noite em si, são os sonhos. Sonhos que o homem sonha sempre, em todos os lugares, em todas as épocas do ano, dormindo ou acordado. E meu pai por mais que você nunca me deu assistência ou amor e carinho e sempre que te busquei você me ignorou continuarei com meu sonho, meu sonho de ser feliz e te ter ao meu lado.
Uma casa não é um lar...
Uma cadeira ainda é uma cadeira
Mesmo quando não há ninguém sentado lá
Mas uma cadeira não é uma casa
E uma casa não é um lar
Quando não há ninguém lá para te abraçar,
E ninguém lá para você dar um beijo de boa noite
A sala ainda é uma sala
Mesmo quando não há nada além de melancolia;
Mas uma sala não é uma casa,
E uma casa não é um lar
Quando nós dois estamos separados
E um de nós tem um coração quebrado.
De vez em quando eu chamo seu nome
E de repente, seu rosto aparece
Mas é apenas um jogo louco
Quando ele termina, ele termina em lágrimas.
Querida, tenha um coração,
Não deixe que um erro nos mantenha separados.
Eu não estou destinado a viver sozinho.
Transforme esta casa em um lar.
Quando eu subir as escadas e virar a chave,
Oh, por favor esteja lá ainda apaixonada por mim.
Flávio Alvarenga
Mesmo quando não há ninguém sentado lá
Mas uma cadeira não é uma casa
E uma casa não é um lar
Quando não há ninguém lá para te abraçar,
E ninguém lá para você dar um beijo de boa noite
A sala ainda é uma sala
Mesmo quando não há nada além de melancolia;
Mas uma sala não é uma casa,
E uma casa não é um lar
Quando nós dois estamos separados
E um de nós tem um coração quebrado.
De vez em quando eu chamo seu nome
E de repente, seu rosto aparece
Mas é apenas um jogo louco
Quando ele termina, ele termina em lágrimas.
Querida, tenha um coração,
Não deixe que um erro nos mantenha separados.
Eu não estou destinado a viver sozinho.
Transforme esta casa em um lar.
Quando eu subir as escadas e virar a chave,
Oh, por favor esteja lá ainda apaixonada por mim.
Flávio Alvarenga
Coração perdido...
AMOR um sentimento escasso neste mundo egoista e maldoso que nao ve os outros como seu semelhante e sim como algo abominavel que nao respeita nao tem carinho nao tem afeto, so repudia maltrata despoja a infima essencia que ele carrega no seu coração. Cego a tal ponto de não perceber que nas coisas mais simples consiste o carinho a palavra amiga o ombro pra se refazer das lagrimas derramadas,do coração despedaçado ate onde será que isso vai leva-los cegos pela cobiça, pela traiçao,pela injuria ate quando isso ira durar, perpetuar o mal jamais vangloriar o bem sempre levar o amor ate os confins dos cosmos iluminar nao so a escuridao do universo mas tambem a do coraçao que em tantos se estirpou a chama da vida e ali plantar a semente... que nascera um fruto como a fenix que surge das cinzas, trazer dali a luz nem que seja um fio por onde se extenda um caminho de esperança onde so havia odia e dor para que os frutos sejam de alegria,bondade, carinho, perceverança, força e justiça, lacrar com alegria e companherismo para que nao se corrompa mais esse coraçao perdido.
lávio Alvarenga
lávio Alvarenga
A vida e cheia de altos e baixos e rejeitar as nossas experiências é impedir o nosso desenvolvimento. Negar as nossas experiências é pôr uma mentira nos lábios da nossa vida. Não é menos do que uma negação da Alma. Pois, tal como o corpo absorve todo o género de coisas, tanto as coisas vulgares e sujas, como aquelas que o sacerdote ou uma visão purificaram, e as converte em velocidade ou força, no jogo dos músculos poderosos e na modelação da carne fresca, nas curvas e nas cores do cabelo, dos lábios, dos olhos, assim também a Alma tem, por sua vez, as suas funções nutritivas, e pode transformar em nobres movimentos de pensamento, e em paixões de grande fulgor, aquilo que é, em si mesmo, inferior, cruel e degradante; mais ainda, pode encontrar nestas coisas os seus mais augustos modos de afirmação, e pode, muitas vezes, revelar-se de um modo mais perfeito através daquilo que fora feito para profanar e para destruir.
Eu quero ser livre, quero ter meu mundo e minha vida de volta. Quero poder sair na rua sem ter medo das pessoas e do que elas podem fazer... Quero meu mundo de volta! O mundo que você estragou sei que no homem há uma liberdade que se vê (fazer o que se quer, ir de um lado para o outro, etc.) e uma que não se vê, a liberdade interior, que deriva do facto de não se ter impedimentos interiores para exercitar a nossa consciência e de actuar de acordo com ela. E sempre os obstáculos interiores são a ignorância e a fraqueza. O que não sabe o que tem de fazer só tem liberdade para errar, mas não para acertar. E aquele que é fraco, deixa que a desordem dos seus sentimentos ou a coacção externa lhe arrebatem a liberdade. Mas a liberdade tem de ser a grandeza de poder fazer escolhas. Mas, se essas escolhas não tivessem consequências, se nos permitíssemos voltar atrás em assuntos cuja natureza não admite isso, a nossa liberdade ficaria esvaziada. E estaríamos a anular a nossa personalidade, porque nós humanos somos aquilo que fazemos com as nossas escolhas. É com elas que traçamos o nosso caminho e nos definimos, eu quero ser feliz quero ser LIBERTO!
Flávio Alvarenga
Flávio Alvarenga
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Liberdade dilacerada...
Acordei hoje com tal nostalgia de ser feliz. Eu nunca fui livre na minha vida inteira. Por dentro eu sempre me persegui. Eu me tornei intolerável para mim mesmo. Vivo numa dualidade dilacerante. Eu tenho uma aparente liberdade mas estou preso dentro de mim.
Flávio Alvarenga
Flávio Alvarenga
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