A falsidade não é um defeito, é uma doença. Defeito é a impaciência, a ansiedade, a arrogância. Mas falsidade não, falsidade não é um defeito. Falsidade é uma escolha. Falsidade é aquilo que uma pessoa adota como modo de estilo de vida, achando que está destruindo as pessoas ao seu redor, mas na verdade está destruindo a si mesmo. Falsidade corrói, te deixa amargo e sozinho. A falsidade faz você usar uma máscara de bom moço com todo mundo e enfiar a faca nas costas dos mesmos. Uma pessoa falsa é capaz de tudo, ela te engana, mente pra você, se passa de amiga mas no fundo só quer te destruir ou tomar tudo o que é seu, porque a falsidade vem sempre daquelas pessoas mal amadas e invejosas que não sabem o que é amor e quer acabar com tudo de bom que as outras pessoas podem ter, para que assim elas se tornem como ela, amarga. Todos temos pessoas falsas ao nosso redor, mas na maioria das vezes não percebemos, ou queremos acreditar que estamos errados. É bom sempre ter cuidado quando uma pessoa assim quer se relacionar com você, porque isso não tem cura, pode até ter tratamento, mas nem todas querem se tratar. Por mais que digam que vão mudar, elas acabam sempre fazendo alguma coisa mal intencionada, uma palavrinha cheia de veneno que escapa da boca, uma maldade aqui, outra ali, só pra ter o prazer de colocar o outro pra baixo um minutinho, pra espalhar um pouquinho da amargura que se tem. É aquela pessoinha que te abraça e te chama de amigo, vira a esquina e comenta o quanto você engordou ou o quanto sua roupa está fora de moda. Falsidade é uma coisa tão grave que deveria até ter clínicas de reabilitação para esse tipo de gente. Quem é falso com 1, é falso com 30.
Via: Desiludiste (adaptado)
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